MÚSICA: EU SÓ PEÇO A DEUS - POEMA - MAHATMA GANDHI

HIPOCRISIA, O QUE É?



1. Tentar parecer ser o que se não é. 
2. Impor a aparência exterior como paradigma para os demais. 
3. Viver da arrogância de clonar o ser do outro conforme a nossa própria e falsa aparência. 
4. Privilegiar as performances visíveis aos olhos, detendo a verdade que existe no ser. 
5. Usar o poder da religião, ou da moral, ou da ética, ou das etiquetas, como instrumento de poder e opressão sobre os que procuram ajuda. 
6. Oferecer-se como representante de Deus entre os homens.
 7. Criar um sistema de aferimento espiritual baseado na reverencia concedida a si mesmo. 
8. Afirmar-se com guia do próximo, sendo que o coração sabe que para dentro não se enxerga nada além de podridão. 
9. Manipular o saber religioso e fazer dele uma adaptação que justifique as conveniências da própria doença; enquanto se masturba ante a submissão do próximo diante dele. 
10. Transformar a própria arrogância em missão; daí o percorrerem os mares a fim de piorar os seres humanos, ensinando-os a praticarem as obras que um pagão não realiza: pregar a verdade de Deus como opressão e controle. Todo hipócrita é inseguro. O que habita a hipocrisia é a insegurança que se transformou em maldade.


O ser inseguro pode se transformar num ser mal, se a sua insegurança se deixar possuir pela ânsia de poder sobre o próximo. Todo hipócrita é invejoso. Todo hipócrita é cínico. Todo hipócrita não se enxerga. Todo hipócrita não tem outro mundo se não o exterior.

Hipócritas não procuram aconselhamento. Hipócritas não confessam pecados. Hipócritas só chamam de pecado aquilo que pode ser verificável pelos olhos da carne.
Ele é um inseguro que ao invés de confessar sua insegurança, e suas próprias incoerências, transforma-as em instrumento de dominação sobre o próximo. Então, vira diabo. O hipócrita é o cara que quer todo mundo tão raso, tão exteriorizado, e tão doentemente sadio quanto miseravelmente doente ele é. O hipócrita não é quem peca e se sabe pecador. O hipócrita é aquele que acaba se convencendo acerca da mentira de que ele próprio não peca. O Hipócrita se sente ofendido pela Graça de Deus. 

Apaixona-se

SUBVERSÃO





Poxa quanto tempo não posto nada aqui, do que sinto em relação ao Evangelho, pois bem, tenho uma reflexão, para dividir com voces.

Dito isto, vamos lá...

O que se tem feito do evangelho de Jesus? Nada...este evangelho ficou passado, vivemos um outro evangelho, o evangelho que esfolia as pessoas, que tira das pessoas.

Sabe o que é isso, uma cultura pós cristã, passou do cristianismo, para qualquer outro nome que você queira dar, passou a ser um balcão de negócios, passou a ser uma busca desenfreada por sucesso, conquista, realização aqui e agora, passou a ser um “toten” para os lideres dessas instituições, porque agora eles tem o seus nomes para eternidade, e para confortar o coração dos idiotas, dos menos instruídos, dizem: Esse é o legado que deixamos para nossos filhos...

Grande mentira, porque o legado é para eles próprios e para sua descendência, vá vocês lá tirar um parafuso da torre, vá vocês lá morar no templo, porque perdeu a casa, vá vocês lá pedir para que se pague o seu aluguel e a sua conta de luz, porque na sua ignorância, você deu tudo o que tinha, vá lá e veja o que acontece.

O que precisamos hoje, é viver ou tornar a viver o evangelho subversivo de Jesus, a verdade é que devemos nos tornar subversivos.

Você olha para Jesus e vê que ele é o próprio subversivo, que ele é a expressão máxima da subversão. Não tem exercito, não tem poder, não tem dinheiro, não tem votos, não tem políticos, não tem rádio, não tem TV, não tem púlbito, não tem instituições, não tem a benção dos sacerdotes, muito menos é reconhecido por eles, não tem o aval dos doutores da religião, nascido em Belém, criado em Nazaré da galileia, filho de Maria e José, como pode um sujeito querer mudar o mundo assim?

Começa a andar pela palestina, fica conhecido como o contador de histórias, onde ele parava, ele contava uma parábola, uma historia, só que todas as historias que ele contava, ninguém entendia nada...No final um ficava perguntando pro outro e ai? Terminou?

Sim terminou, e pra piorar ele não explicava nada, não fazia apelo, não pedia pra ninguém erguer as mãos, não ungia ninguém com óleo, não dava água benta, não dava rosa, um pedaço de pano, não fazia nada e pior não pedia oferta....Qual é a desse cara? Pelo amor de Deus...ele não faz nada parecido com o que conhecemos de igreja...Ele é subversivo!!!

A multidão quis faze-lo rei, mas ele foi se esgueirando, se afastando, até que ele conseguiu ir embora e fugir da multidão. Tem horas que me dá a impressão que Jesus não era judeu, era mineiro, ia comendo pelas beiradas, e quando perceberam a cruz estava de pé, e todo universo já havia sido atraído para cruz.
Quando deram conta, o tumulo já estava vazio, e a vitoria decretada para toda eternidade.

O que é interessante, é encontrar "i"grejas que não querem ser subversivas, mas quer ser grande, quer ser poderosa, quer ter o seu nome espalhado por toda terra, quer fama, quer ser rica, quer fazer presidente, e ai Jesus vem dizendo: Faz isso não...vai comendo pelas beiradas...seja subversivo...

Já houve um tempo que eu acreditava que a "i"greja existia para transformar o mundo...hoje eu acredito que a "igreja" (templos vivos) sejamos a sociedade alternativa, vamos lá fora e como sal da terra nos vamos profetizar justiça como sal da terra, vamos profetizar solidariedade, fraternidade, igualdade, compaixão, perdão...e ai as pessoas vão dizer: Onde é que esse negocio existe? 

Ai você mostra ai dentro de você, como isso existe e é fácil de se viver...sem cursos, sem formações acadêmicas, sem plano de carreira, sem unções mirabolantes, simplesmente se deixando invadir pelo amor de Deus e pela graça de Jesus.

VIVA O EVANGELHO SUBVERSIVO DE CRISTO E FAÇA A DIFERENÇA!

Olavo

O culto é na vida



  •  O culto é na vida, em todo tempo e lugar, não existe hora marcada para adorar (servir) a Deus. É só estar conectado em espírito e verdade com Deus e seu próximo e o "culto" está acontecendo..


    A questão de"congregar" de Heb 10.25 é uma recomendação boa e que deve ser praticada... (Há restrições, vide o texto de I Cor 11 quando eles se reuniam para a própria perdição, ou seja, há reuniões que só fazem mal e são cultos da vaidade humana).

    Tem gente que está neste momento numa multidão e não está "congregado", e outros só com dois ou tres já conseguem fazer essa conexão de estar "congregado" e ligado em nome Dele... 

    A questão é que Jesus nunca participou de um culto igual ao de nossos tempos, (tipo culto católico ou evangélico)... As Escrituras relatam poucas vezes que Ele esteve no Templo, algumas foram bem tensas, quando Ele lia Isaias 61, ficaram cheio de ódios e queriam mata-lo...

    Quero dizer que Deus não habita mais em Templos feitos por mãos humanas como diz em Atos 17:24.

    E também que depois da perseguição da Igreja em Atos eles não se reuniram mais nos Templos (onde era a maior concentração de gente) e passaram a se reunir nas casas..

    A mulher samaritana perguntou "Onde devemos adorar a Deus" e Jesus responde "os verdadeiros adoram em todo lugar, em qualquer lugar..."

    E a preocupação de Jesus (se observar bem os passos Dele) sempre foi ajudar aos mais necessitados de todos os males e injustiça nesta vida... 

    Não foi a toa que o Samaritano, o não religioso, foi considerado por Jesus o "próximo" de quem estava sofrendo na beira da estrada e não o Sacerdote e o Levita que deixaram seu semelhante caído e foram ao Culto do Templo com hora marcada.

    Só estou usando este espaço para ampliar as ideias e ver que há muita coisa que precisamos rever e isso é todo dia em nossa vida, eu estou incluso...

    Meu foco é simples: Pessoas é que são "escolhidas", importantes e amadas por Deus e não o cimento ou quatro paredes, ou a hora marcada. 

    A ordem e a prioridade de Deus é diferente dos homens. "O Sábado serve ao homem e não o homem serve ao Sábado".

    Isso é só a minha breve reflexão e pensamento sobre o culto e a missa religiosa.

    Que Deus nos ajude a estar com gente em espírito e em verdade.

    Daniel Innocente

Stênio Marcius - Alguém como eu


"Partiu. Fica a paz em mim.....vai verter a vida do corpo seu pra levar a culpa de alguém como eu....levar-me puro a Deus...." 

Gonzaguinha - "Nunca pare de sonhar"


"Fé na vida, Fé no homem". Com simples palavras ele elimina qualquer religiosidade e crença sobrenatural. O cara era fera mesmo! Essa música é uma orden à luta por um mundo melhor. Valeu Gonzaguinha!

Revolução da graça



A qualidade da misericórdia não está deformada. Cai como a mansa chuva vinda do céu... E o poder da terra vai então mostrar-se como o de Deus, Quando a misericórdia tempera a justiça.
Shakespeare, O mercador de Veneza


Bem Meus Amigos Quando Vejo os Evangelhos as Atitudes do Nosso Mestre Jesus, contrariando aos pensamentos dos piedosos e religiosos chamados de fariseus, ao ponto de chamarem de mundano, ou que talvez estive se possuído por demônios, um homem que amou há todos sem exceção desde um doutor da Lei  que o procurou em um encontro sob a cobertura das trevas, ate uma mulher acusada de adultério ou o ladrão que estava na cruz sem nenhuma expectativa de salvação.
O Nosso Mestre veio trazer essa Revolução da Graça, onde não precisamos mais ser escravos da Lei, dos Dogmas da Religião que Oprimem e Aprisionam as pessoas com fardos pesados que nunca vamos suporta, a Graça e maior que tudo, maior que os olhares inquisidores dos religiosos maior que nossas limitações e o nosso censo de pequenez.
O Homem ainda não aprendeu que sem a Graça nada que façamos tem algum sentido diante de Deus, pois mesmo que tiremos de nos, o melhor possível para merece tão excelente favor divino, nunca, mais nunca vamos paga tão maravilhosa graça.
Então eu vos convido a caminha nessa revolução de graça, sabendo que nossa caminhada começa hoje mais só vai acaba quando estivemos diante do nosso Deus na gloria....

Josué Araujo

Perdoem-me, irmãos, mas eu preciso confessar!

Jesus!!



PERDOEM-ME O DESGOSTO! ...ESTÁ INSUPORTÁVEL!



Perdoem-me, irmãos, eu confesso a tão aguardada confissão de minha boca. Sim, eu confesso que não posso mais deixar de declarar a minha alma. Para mim é questão de vida ou morte. Perdoem-me, irmãos, mas eu preciso confessar.

Sim, eu confesso…

Está insuportável. Se eu não abrir a minha boca, minha alma explodirá em mim.

É insuportável ligar a televisão e ver o culto que se faz ao Monte Sinai, que gera para escravidão. Os Gálatas são o nosso jardim da infância. Nós nos tornamos PHDs do retrocesso à Lei e aos sacrifícios. Pisa-se sobre a Cruz de Cristo em nome de Jesus. Insuportável! Seja anátema!

É insuportável ver o culto à fé na fé, e também assistir descarados convites feitos em nome de Deus para que se façam novos sacrifícios, visto que o de Jesus não foi suficiente, e Deus só atende se alguém fizer voto de freqüência ao templo, e de dinheiro aos sacerdotes do engano e da ganância. Insuportável!

É insuportável assistir ao silêncio de todos os dantes protestantes—e que até hoje ofendem os cultos afro-ameríndios por seus sacrifícios, sendo que estes ainda têm razão para sacrificar, visto que não confessam e não oram em nome de Jesus—ante o estelionato feito em e do nome de Jesus, quando se convida o povo para sacrificar a Deus, tornando o sacrifício de Jesus algo menor e dispensável. Insuportável!

É insuportável ver o povo sendo levado para debaixo do jugo da Lei quando se ressuscitam as maldições todas do Velho Testamento, e que morreram na Cruz, quando Jesus se fez maldição em nosso lugar. Insuportável!

É insuportável ver que para a maioria dos cristãos a Lei não morreu em Cristo, conforme a Palavra, visto que mantêm-na vigente como “mandamento de vida”, mas que apenas existe para gerar culpa e morte, também conforme a Escritura. Insuportável!

É insuportável ver e ouvir pastores tratando a Graça de Deus como se fosse uma parte da Revelação, como mais uma doutrina, sem discernir que não há nada, muito menos qualquer Revelação, se não houver sempre, antes, durante, depois, transcendentemente e imanentemente, Graça e apenas Graça. Misericórdia!

É insuportável ver a Bíblia sendo ensinada por cegos e que guiam outros cegos, visto que nem mesmo passaram da Bíblia como livro santo, desconhecendo a Revelação da Palavra da Graça do Evangelho de Deus. Insuportável tristeza!

É insuportável ver que os cristãos “acreditam em Deus”, sem saber que nada fazem mais que os demônios quando assim professam, posto que não estamos nesta vida para reconhecer que Deus existe, mas para amá-Lo e conhecê-Lo. Insuportável desperdício!

É insuportável enxergar que a mensagem do Evangelho foi transformada em guia religioso, no manual da verdade dos cristãos, mais uma doutrina da Terra. Insuportável humilhação!

É insuportável ver os que pensam que possuem a doutrina certa jamais terem a coragem de tentar vivê-la como mergulho existencial de plena confiança, mas tão somente como guia de bons costumes e de elevados padrões morais. Insuportável religiosidade!

É insuportável ver gente tentando “estudar Deus”, e a ensinar aos outros a “anatomia do divino”, ou a buscar analisar Deus como parte de um processo, no qual Deus está aprendendo junto conosco, não sabendo tais mestres que são apenas fabricantes de ídolos psicológicos. Insuportável sutileza!

É insuportável ver que há muitos que sabem, mas que nada dizem; vêem, mas nada demonstram; discernem, mas em nada confrontam; conhecem, mas tratam como se nada tivesse conseqüências… Insuportável…

É insuportável ver que se prega o método de crescimento de igreja, não a Palavra; que se convida para a igreja, não mais para Jesus; e que a cada cinco anos toda a moda da igreja muda, conforme o que chamam de “novo mover”. Insuportável vazio!

É insuportável ouvir pastores dizendo que o que você diz é verdade, mas que eles não têm coragem de botar a cara para apanhar, mesmo que seja pela verdade e pela justiça do evangelho do reino de Deus. Insuportável dissimulação!

É insuportável ver um monte de homens e mulheres velhos e adultos brincando com o nome de Deus, posando de pastores, pastoras, bispos, bispas, apóstolos e apostolas, sendo que eles mesmos não se enxergam, e não percebem o espetáculo patético no qual se tornaram, e o ridículo de suas aspirações messiânicas estereotipadas e vazias do Espírito. Insuportável jactância e loucura!

É insuportável ver Jesus sendo tratado como “poder maior” e não como único poder verdadeiro. Insuportável idolatria!

É insuportável ver o diabo ser glorificado pela freqüência com a qual se menciona o seu nome nos cultos, sendo que Paulo dele falou menos de uma dúzia de vezes em todas as suas cartas, e as alusões que Jesus fez a ele foram mínimas. No entanto, entre nós o diabo está entronizado como o inimigo de Cristo e o Senhor das Culpas e Medos. E, assim, pela freqüência com a qual ele é mencionado, ele é crido; e seu poder cresce na alma dos humanos, a maioria dos quais sabe apenas do Medo da Lei, e nada acerca da Total Libertação que temos da Lei e do diabo na Graça de Jesus, que o despojou na Cruz. Insuportável culto!

É insuportável ver seres humanos sendo jogados fora do lugar de culto por causa de comida, bebida, cigarro, roupa, sexualidade, ou catástrofes de existência. Isto enquanto se alimenta o povo com maldade, inveja, mentira, politicagem, facções, e maldições. Insuportável é coar o mosquito e engolir o camelo!

É chegada a hora do juízo sobre a Casa de Deus!

De Deus não se zomba, pois aquilo que o homem semear, isto também ceifará. A eternidade está às portas. Então todos saberão que não minto, mas falo a verdade, conforme a Palavra do Evangelho de Jesus.

Com tremor e temor, porém certo da verdade de Jesus,

Caio.

O que é congregar?



O que é congregar?
Seria frequentar regularmente uma denominação cristã?
Seria ir aos cultos todos os domingos?
Seria estar junto a um aglomerado de crentes no mesmo espaço-lugar?
Seria ir à igreja e cumprimentar os irmãos ali presentes, como quem cumprimenta um desconhecido?
Seria entrar na frieza cerimonial de uma igreja?

Ou seria simplesmente a união da igreja no amor de Cristo?
A Bíblia, em Hebreus 10.25, orienta que não deixemos de reunirmos como igreja. E por que não dizer como família? Afinal somos irmãos em Cristo.
Se é então para nos reunir, que não seja com vãs cerimonias, ou com hipocrisias explícitas, e nem tampouco de forma rotineira, como se fosse fazer uma cansativa obrigação. Mas que seja com alegria, no amor que Cristo nos uniu. Independente qual seja a sua denominação, a igreja é uma só (Mateus 16.18), somos uma só família, ou melhor, uma grande família!
Congregar vai muito mais além do que frequentar uma denominação, ir aos cultos, e estar reunido com os membros no mesmo lugar. Assim tal como há diferença entre família reunida e família unida… Que seja assim, unida no amor de Cristo, com aproximidade e sinceridade com cada irmão.
E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração“. (Atos 2.46)
Reflita sobre isso.

O que é conversão?


Entende-se por conversão, a ação de mudar de direção, de caminho, oposto ao que era antes comum. Na ótica cristã, num âmbito geral, é simplesmente passar a seguir Jesus, e em alguns casos, deixando para trás também alguns antigos preceitos que a vida de alguma maneira acrescentou.
Digo, sem medo de errar, que ninguém se converte da noite pro dia, ou muda de caráter de uma hora para a outra. É tudo um processo. Para alguns pode ser mais longo, e para outros não muito. Exemplo claro disso, é a própria narração da caminhada do apóstolo Pedro. Um simples pescador galileu, chamado para ser um dos principais discípulos de Cristo. Por sua vez, Pedro conviveu terrenamente com o Senhor Jesus durante 3 anos, ouviu diretamente dele, ao vivo e a cores, a revelação das boas novas de Deus, testificou inúmeros milagres e prodígios, a própria manifestação da glória de Deus.
No entanto, passados estes 3 anos do ministério terreno de Cristo, Pedro nega-o 3 vezes no mesmo dia, na mesma circunstância. O que diremos até este momento? Pedro não era Deus! Ou Jesus errou em tê-lo escolhido! Ou Pedro não havia ainda aceitado Jesus como seu salvador! Hum?
Nada disso! Deus não comente equívocos! Desde o momento em que Jesus o chamara, Pedro passara a crer e a segui-lo prontamente. Todavia, haviam aspectos no caráter de Pedro que somente seriam mudados com o tempo. E este mesmo Pedro, que negou o seu próprio mestre no dia da sua morte, o glorificou 50 dias depois (no dia de pentecostes), de maneira brava e inspiradora, num discurso em Jerusalém, o qual no mesmo dia fez ouvir a quase 5 mil pessoas, as quais passaram a crer no Evangelho. Cumprindo-se assim, o que fora dito por Jesus: “Não temas, vinde a após mim, e eu vos farei pescadores de homens“.
Portanto, é tudo um processo a vida cristã, uma constante renovação, sempre aprendemos algo novo no Senhor. E seguimos assim à carreira que nos está proposta Cristo. Sabendo sempre diferenciar entre converter-se à palavra de Deus, e converter a palavra de Deus para si.
Graça e paz,
Giovani Mariani

A Compulsão dos Sábios



Na psicologia, dentre todo o estudo do comportamento humano, há também as curiosas compulsões comportamentais. Atos obsessivos que vão desde uma pessoa altamente consumista até um outro perturbado por sexo. Razões estas, entre outras, incidem drasticamente sobre a personalidade do indivíduo e no seu meio social. Hoje, o transtorno compulsivo é tratado como uma das principais doenças psicológicas no mundo.
Contudo, refletindo sobre isso, pensei comigo que engraçado seria uma compulsão por conhecimento. Porventura, seria esta, ironicamente, uma “doença” benigna. Afinal, quem dera se todos tivessem sede por conhecer e entender as coisas. E não somente aceitar e balançar a cabeça, feito o filho da jumenta que carrega Jesus nas costas mas não o vê (João 12.15).
Repetir, meramente aceitar, e sobretudo, sem entender as palavras que o pastor ou pregador disse, não é nenhuma novidade no meio da igreja, no meio do povo de Deus. Nos tempos de Jesus, a situação era pior. A maioria das pessoas na Palestina eram analfabetas e mal tinham acesso às escrituras. E de fato, se deixavam levar por toda doutrina ensinada ora pelos sacerdotes, ou ora pelos mestres fariseus. E como diz o ditado “a ocasião faz o ladrão”, a circunstância era propícia para pessoas mal-intencionadas tomarem vantagem em cima do povo.
A questão é que, hoje, a maior parte da população mundial é alfabetizada, inclusive o Brasil, que é um a país de maioria cristã e possui uma taxa de alfabetização de 89% (IBGE/2007). Contudo, mesmo assim a situação da Igreja não muda muito em relação com ao povo do início do século I. Vejo multidões dentro da Igreja se deixando levar por todo o vento de doutrina, e assim, por consequência, caindo nas redes de ideologias diabólicas de falsos profetas. E passam anos dentro de uma igreja, sem procurar  aprofundar-se nas Escrituras e no conhecimento de Deus, às vezes abrindo a Bíblia só na igreja. Tornam-se, assim, presas manipuláveis por estes pregadores mal-intencionados.
O profeta Oséias mesmo disse: “O meu povo foi destruído porque lhe faltou o conhecimento” (Oséias 4.6). A Igreja hoje, mesmo estando incluída em uma civilização tecnologica e intelectualmente mais evoluida, com um vasto acesso a informações, não se difere muito ao seus antigos.
Sei que não é o termo mais adequado, mas “bem-aventurados” os que tem compulsão por conhecimento…
Medita estas coisas; ocupa-te nelas, para que o teu aproveitamento seja manifesto a todos.” 1 Timóteo 4.15
Graça e paz,
Giovani Mariani

A Prática do Dízimo


Embora as tradições judaicas impusessem a Israel a prática do dízimo, entre os cristãos dos primeiros séculos prevalecia a consciência de que o Evangelho havia levado à consumação as obrigações rituais e disciplinares da Lei de Moisés, colocando o definitivo em lugar do provisório.Os pastores da igreja primitiva, portanto, não determinavam ao povo o pagamento do dízimo.
Todavia, a antiga literatura cristã registra exortações dirigidas pelas autoridades eclesiásticas ao fiéis, no sentido de oferecerem algo de seus haveres ou das primícias de suas colheitas aos ministros do Senhor e aos irmãos necessitados, a fim de os sustentar. Tais doações seriam espontâneas na fraternidade de Cristo e não em pesares previamente determinados. Um dos principais testemunhos a respeito é o da Didaqué (60/90 d.C): “Todo verdadeiro profeta que quer estabelecer-se entre vós, é digno de seu alimento… Por isso tomarás primícias de todos os produtos da vindima e da eira dos bois e das ovelhas e darás aos profetas, pois estes são os vossos grandes sacerdotes. Se, porém, não tiverdes profetas, dai-o aos pobres… Do mesmo modo, abrindo uma bilha de vinho ou de óleo, toma as primícias e dá-as aos profetas. E toma as primícias do dinheiro, das vestes e de todas as pessoas e, segundo o teu juízo, dá-as conforme a lei”. (c. XIII). Note-se que no texto assim transcrito se trata de primícias e não de dízimo.
São Irineu (130-202 d.C) considerava o dízimo abolido; em seu lugar teria entrado o conselho evangélico de dar os bens aos pobres ( Adversus Haereses IV 13,3).

Outro documento importante, de normas eclesiásticas, a Didascália (250/300 d.C) , diz: “Reconhece ao bispo o direito de se alimentar do que a Igreja recebe, como faziam os levitas do Antigo Testamento, desde que o bispo tome o cuidado de prover a necessidade dos diáconos, das viúvas, dos órfãos, dos indigentes, dos estrangeiros” . Todavia, dirigindo-se aos fiéis, o mesmo texto diz: “O Senhor vos libertou… para não estardes mais presos aos sacrifícios, às oferendas… e também aos dízimos, às primícias, às oblações, aos dons e aos presentes; outrora era absolutamente necessário dar essas coisas. Mas já não estais obrigados por tais determinações. Por isto, na medida em que o puderdes, terás o cuidado de dar”.
Como se vê, este texto tenciona ressalvar, de um lado, a liberdade dos cristãos em relação à Lei de Moisés e, de outro lado, a obrigação de justiça e caridade que lhes incumbe em relação aos ministros e ao próximo. Descendo no decorrer do tempo, vai-se notando maior rigor nas exortações feitas em favor das contribuições dos fiéis.
Em 380, as Constituições Apostólicas, compiladas na Síria, mencionam o pagamento do dízimo (em seu sentido geral, provavelmente). Este era entregue ao bispo, o qual se encarregava da justa distribuição: serviria aos ministros do culto e aos irmãos indigentes.
A prática de contribuir para cobrir as necessidades da Igreja ia se difundindo no Ocidente. Havia, porém, exceções da parte dos contribuintes.

Em vista disto, os Concílios Católicos foram intervindo nesta circunstância. O Sínodo Regional de Tours (Gália), em 567, promulgou, por exemplo, a seguinte determinação: “Instantemente exortamos os fiéis a que, seguindo o exemplo de Abraão, não hesitem em dar a Deus a décima parte de tudo aquilo que possuam, a fim de que não venha a cair na miséria aquele que, por ganância, se recuse a dar pequenas oferendas… Por conseguinte, se alguém quer chegar ao seio de Abraão, não contradiga o exemplo do Patriarca, e ofereça a sua esmola, preparando-se para reinar com Cristo”.
Esta é a primeira recomendação de dízimo feita pelos bispos, já não como pregadores ou doutores, mas como legisladores do princípios católicos. Contudo, note-se que não impuseram sanção aos transgressores. A justificativa apresentada pelo referido Concílio de Tours em favor dos dízimos, era a necessidade de expiar os pecados da população, sobre a qual pesavam guerras e calamidades.
Mais um passo foi dado no Concílio de Macon (Gália), em 585, determinando a excomunhão a quem se negasse a pagar sua contribuição (dízimos e ofertas) à comunidade eclesial. O dever moral torna-se também obrigação jurídica. A evolução se explica através das difíceis condições em que se achava o povo cristão (clero e fiéis) na Europa do séc. VI: as invasões bárbaras, a queda do Império Romano havia acarretado o caos e a insegurança entre as populações. Daí a necessidade de que os bispos exortassem com mais intensidade aos fiéis às contribuições.A legislação das diversas províncias eclesiásticas nos séculos subseqüentes repetiu várias vezes a determinação do Concílio de Macon.
Dois séculos mais tarde, o poder cívil passou a apoiar a cobrança do dízimo, sob um edito do rei Carlos Magno (747-814), o que antes era apenas legislação eclesiástica, agora passava a ser uma sanção cívil. Com efeito, a lei capitular dita “de Heristal”, em 779, manda aos cidadãos franceses pagar o dízimo à Igreja, ficando o bispo encarregado de o administrar; os contraventores sofreriam a sanção imposta aos infratores das leis civis, ou seja, provavelmente a multa de 60 soldos.
Nos séculos seguintes, encontram-se numerosos documentos eclesiásticos e civis das diversas regiões da Europa que visam regulamentar a cobrança dos dízimos.
No século XVIII, o dízimo já havia caído no total desagrado dos fiéis cristãos. Com efeito, destinado a atender as paróquias e ao seu clero, os dízimos, em sua maior parte, iam beneficiar o alto clero e instituições estranhas ao serviço paroquial. Os grandes arrecadadores de dízimos eram prósperos (havia bispos e prelados diversos comandatários, ou seja, leigos que traziam títulos eclesiásticos quase exclusivamente para se beneficiar dos rendimentos respectivos), enquanto um grande número de presbíteros recebiam insuficientemente . Em suma, as quantias arrecadadas nos dízimos, não eram devidamente aplicadas aos fins estipulados, como o sustento as viúvas, órfãos e necessitados em geral ( Deuteronômio 26.12). Voltaire (1694-1778) e outros filósofos pretendiam demonstrar que o dízimo não era mais necessário. Os magistrados, o baixo clero e os agricultores não suportavam mais pagar o imposto. Em conseqüência, inúmeros documentos foram enviados ao parlamento francês, pedindo ou a reforma ou a supressão dos dízimos.

A Assembléia Constituinte de França resolveu finalmente extinguir esse uso. Na noite de 4 de agosto de 1789, os deputados do clero renunciaram aos seus privilégios e, em particular, aos dízimos. Aos 21 de setembro de 1789, o rei Luis XVI (1754-1793) promulgou o decreto que declarava extinta o pagamento dos dízimos.
A nova legislação francesa estendeu-se às demais nações européias, de sorte que até 1848 foi abolida em todo o continente europeu, a cobrança dos dízimos; ficou apenas uma pequena porção da Itália sujeita a esse regime, até 1887.
Enquanto no Brasil, inicialmente, no tempo de colônia e Império, vigorava a contribuição do dízimo, cobrado e em parte administrado pelo Estado, então oficialmente unido à Igreja Católica. Quando do advento da República se deu a separação de Igreja e Estado (1889), viu-se a Igreja privada dos recursos materiais ordinários para o cumprimento de sua missão evangelizadora. Daí ter tomado maior vulto e importância o processo que, de modo geral, até hoje vigora, de se exigirem dos fiéis, por ocasião dos serviços religiosos e contribuições determinadas.
Conclusão
O dízimo não fazia parte da doutrina da igreja primitiva. Antes os próprios pais apologistas condenavam a prática, sob o argumento de o povo de Deus estar livre do jugo da Lei. Consequentemente, cada um ofertava à Igreja e aos necessitados conforme podia e de maneira voluntária, na mesma razão o qual o apóstolo Paulo pregava ( 2 Coríntios 9.7).

O dízimo somente passou a virar doutrina e obrigação no universo cristão a partir do Concílio de Macon, em 585. Determinação essa que veio influenciar a outras denominações cristãs posteriormente. E mesmo assim, o dízimo no cristianismo nunca foi exercido na sua finalidade integral, que seria auxiliar os ministros de Deus e os necessitados. Antes o imposto eclesial tornou-se apenas a mais importante arrecadação aos cofres das igrejas, para o sustento, principalmente, do alto clero.
***
Estudo realizado por Giovani Mariani

Bibliografia:
Excertos transcritos do Documento 8 – Estudos da CNBB
Adversus Haereses IV
Didascália
Didaqué
Wikipédia
scribd.com
aramaico.wordpress.com


A História do Cristianismo Resumida



“No início, a igreja era um grupo de homens e mulheres centrados no Cristo vivo.

Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia.

Depois, chegou até Roma e tornou- se uma instituição.

Em seguida, à Europa, e tornou-se uma cultura.

E finalmente, chegou à América, e tornou-se business.”

***
Pr. Richardson Halverson, capelão do senado americano.

O que observamos hoje ?


Ora ou outra, em minhas reflexões, lembro-me da pregação de David Wilkerson sobre os símbolos e analogias de Apocalipse, dentre eles a ‘Babilônia’ e a ‘Grande Prostituta’. Que segundo o estudo do reverendo (veja aqui), seriam símbolos de um mesmo objeto: a igreja iníqua. Um espirito de corrupção dentro da Igreja Cristã, que se vende aos prazeres e valores deste mundo, que adota o sincretismo religioso como meio de crescimento, que usa de influencias politicas e financeiras para seu próprio favorecimento. E quanto a isso, e com total a razão, foram as principais acusações que a Reforma Protestante levantou contra a Igreja Romana, tirando as questões teológicas que necessariamente se desenvolveram. Contudo, com o tempo, tanto certas igrejas protestantes tradicionais, quanto inúmeras recentes evangélicas, cometem o retrocesso ao praticarem os mesmos erros daqueles que os antecederam, os quais condenam. Os pecados são os mesmos, os pensamentos são iguais, mas apenas se dão nomes e bandeiras diferentes à mesmíssima impiedade.
O que observamos hoje no cenário daquilo que denomina-se cristianismo? Vemos inúmeros líderes religiosos e denominações ensinando que as riquezas desde mundo são direito e sinônimo da salvação aos fiéis. Contudo, deste tal “direito de prosperidade” vê-se apenas os próprios pregadores usufruindo, vivendo em mansões, com carros de luxo, jatos particulares, iates, concessões de TV e rádio, casas em miami, contas bancárias em paraísos fiscais, e com tudo do bom e do melhor. Enquanto a maioria absoluta dos fiéis que frequentam as suas igrejas, vivem com uma renda mensal menor do que mil reais, da qual tem tirar pelo menos 10% para financiar a boa vida dos “ungidos de deus”, se locomovem de ônibus até ao local de culto, e por vezes nem uma simples casa própria possuem. Isso mostra uma igreja repugnamente contaminada pelos valores e objetivos de uma sociedade capitalista. Totalmente o oposto da simples Igreja descrita no livro de Atos dos Apóstolos, em que todas as necessidades eram supridas em comum.
O que observamos hoje no cenário daquilo que denomina-se Igreja? Vemos inúmeros líderes religiosos autoritários, que se autodenominam “ungidos de deus”, de modo a serem “intocáveis”; que se comportam como astros do pop, de modo a viverem isolados do povo (a “ralé”). Contudo destes vem o seu enriquecimento, e quando também exigem à sua própria adoração – o que chamam de “temor às autoridades de deus”. Isto é, adoração de ídolos vivos. Coisa comum na cultura pop contemporânea. Totalmente o oposto da Igreja dos apóstolos, os quais estavam sempre no meio do povo, servindo ao povo, fazendo sempre questão de mostrar que eles eram tão humanos e falhos quanto aos demais.
O que observamos hoje no cenário daquilo que denomina-se corpo de Cristo? Vemos denominações cristãs apelando ao sincretismo, ao adotarem pensamentos, doutrinas e rituais de outras religiões. Justificando isso com versículos soltos da Bíblia claramente fora de contexto. Como infelizmente ouve-se: “Dê uma oferta [oferenda] para deus, e ele te dará algo em troca”; “Cair no chão é cair na unção”; “A mulher tem que se calar diante de seu marido”; “Olho gordo pode atingir a sua vida irmão”; E outros absurdos descabíveis que encontram-se bem definidos em diversas crenças religiosas não-cristãs. Isto quando não há a veneração de objetos dito consagrados e ungidos. Totalmente o oposto da Igreja primitiva, onde se mantia o restrito cuidado de permanecer apenas na doutrina de Cristo, basta ler as cartas dos apóstolos, ver como os mesmo orientavam e advertiam sobre tais coisas.
O que observamos hoje no cenário daquilo que denomina-se povo de Deus? Vemos uma Igreja que cada vez mais adere e sujeita-se à cultura e às pressões seculares. Denominações cristãs que aceitam o homossexualismo como algo normal, apenas porque o pensamento contemporâneo aceita e incentiva. Outras que fazem shows, eventos e marchas à imagem e semelhança das acontecem no meio não-cristão. Contudo, sempre no enfoque do título hipócrita: gospel! Isso quando não cobram ingresso dos fiéis para adorarem a deus (Mamom) com os artistas do meio evangélico. Outras ainda que permitem que seus púlpitos deem lugar à campanhas políticas, de candidatos que às vezes nem são cristãos, mesmo havendo lei que proíbe propaganda política em lugares de culto religioso em nosso país. Isso quando não os candidatos são os próprios pastores. Sem dizer aquelas, que descaradamente associam o nome da própria denominação a empresas ditas evangélicas (editoras, gravadoras, canais de TV, etc.), para gerar volumosas receitas e facilitar a lavagem de dinheiro dos seus proprietários – que na maioria são os próprios líderes. Totalmente o oposto da Igreja dos primeiros séculos, que refutava os valores da sociedade humana corrompida, pela falta de amor fraterno entre os seus, conforme deixa relatado Paulo: “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12.2).
De fato, a igreja meretriz descrita por João, assentada sobre a besta, está mais ativa do que nunca, influente, rica e poderosa. Enriquecendo não apenas os líderes que dela emergem, mas também os grandes empresários e políticos deste mundo, agradando aos que tem poder. Como cita ainda João: “…A mulher que você viu é a grande cidade [Babilônia] que reina sobre os reis da terra.” (Apocalipse 17.18) Pois além disso, a alienação religiosa que é pregada nos cultos, numa espécie de “pão e circo”, também serve de cabresto ao povo. Mas não se engane, ainda há pessoas de Deus neste mundo, isto é a Igreja de Cristo, que não tem nome ou placa, mas são pessoas! Assim como no passado, Deus revelou a Elias que haviam 7 mil pessoas que não se dobraram diante Baal, também hoje há cristãos verdadeiros que não se deixaram corromper, que aguardam ansiosamente o retorno do Jesus e a destruição de toda essa prostituição. Quanto aos demais, assim diz a palavra do Senhor: “Saiam dela, vocês, povo meu, para que vocês não participem dos seus pecados, para que as pragas que vão cair sobre ela não os atinjam! Pois os pecados da Babilônia acumularam-se até o céu, e Deus se lembrou dos seus crimes.” (Apocalipse 18.4-5).
Graça e paz,
Giovani Mariani
Tudo em Cristo me deixa perplexo. Seu espírito me intimida, e sua vontade me confunde. Entre ele e qualquer outra pessoa do mundo, não existe termo possível de comparação. Ele é verdadeiramente um ser por si mesmo [...] Procuro em vão na história encontrar o semelhante a Jesus Cristo, ou qualquer coisa que se possa aproximar do evangelho. Nem a história, nem a humanidade, nem os séculos, nem a natureza me oferecem qualquer coisa com a qual possa compará-lo ou explicá-lo. Aqui tudo é extraordinário.
Napoleão

Josué Cláudio Araújo. Tecnologia do Blogger.
 

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