Quando surgirá uma geração que amará tanto
a Jesus, e que a Ele será tão grata, que exercerá a justiça com mais
compromisso do que os escribas e fariseus?
De fato, os
cristãos que dizem ter entendido o dom segundo a Graça, deveriam ser os mais
generosos, hospitaleiros, bondosos, e aptos para contribuir em tudo.
Será que nós não
podemos nos oferecer a Deus e à vida como sendo essa geração?
A geração que doou
por amor, que contribuiu por puro privilégio, que se entregou com gratidão, e
foi fiel apenas por amor?
Ou será que
precisamos de medos e ameaças a fim de nos mobilizarmos para aquilo que é bom?
Não te deixes
vencer do mal—e nem estimular pelo medo—, mas vence o mal e o medo com o bem e
a gratidão!
A Graça que não
nos põe no caminho das boas obras que foram de ante-mão preparadas para que
andássemos nelas, ainda não é Graça pela, mas apenas um alívio em relação à
neurose da lei.
A Graça genuína
não se justifica por obras, mas mediante a fé; porém, produz obras assim como a
vida produz vida.
No dia que
entendermos e praticarmos isso alegre e fielmente Deus gargalhará de alegria!









0 comentários:
Postar um comentário