A Graça genuína







Quando surgirá uma geração que amará tanto a Jesus, e que a Ele será tão grata, que exercerá a justiça com mais compromisso do que os escribas e fariseus?

De fato, os cristãos que dizem ter entendido o dom segundo a Graça, deveriam ser os mais generosos, hospitaleiros, bondosos, e aptos para contribuir em tudo.

Será que nós não podemos nos oferecer a Deus e à vida como sendo essa geração?

A geração que doou por amor, que contribuiu por puro privilégio, que se entregou com gratidão, e foi fiel apenas por amor?

Ou será que precisamos de medos e ameaças a fim de nos mobilizarmos para aquilo que é bom?

Não te deixes vencer do mal—e nem estimular pelo medo—, mas vence o mal e o medo com o bem e a gratidão!

A Graça que não nos põe no caminho das boas obras que foram de ante-mão preparadas para que andássemos nelas, ainda não é Graça pela, mas apenas um alívio em relação à neurose da lei.

A Graça genuína não se justifica por obras, mas mediante a fé; porém, produz obras assim como a vida produz vida.

No dia que entendermos e praticarmos isso alegre e fielmente Deus gargalhará de alegria!

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Tudo em Cristo me deixa perplexo. Seu espírito me intimida, e sua vontade me confunde. Entre ele e qualquer outra pessoa do mundo, não existe termo possível de comparação. Ele é verdadeiramente um ser por si mesmo [...] Procuro em vão na história encontrar o semelhante a Jesus Cristo, ou qualquer coisa que se possa aproximar do evangelho. Nem a história, nem a humanidade, nem os séculos, nem a natureza me oferecem qualquer coisa com a qual possa compará-lo ou explicá-lo. Aqui tudo é extraordinário.
Napoleão

Josué Cláudio Araújo. Tecnologia do Blogger.
 

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