
Se o cristianismo rejuvenescesse, este rejuvenescimento teria que ser de alguma
maneira diferente do que ocorre agora. Se a Igreja na segunda metade deste século
[XX] pretende recuperar-se das feridas que sofreu durante a primeira metade, então
precisara de um novo tipo de pregador. O conveniente chefe de sinagoga nunca vai
funcionar. Nem o tipo sacerdotal que desempenha suas funções e recebe sua paga sem
outras preocupações, nem o tipo pastoral com sua ‘língua de ouro’ que sabe como fazer
para que o evangelho seja saboroso e aceitável a todos. Todos estes tipos foram
reprovados e nada resolveram. Outro tipo de líder religioso precisa surgir entre nós. Ele
precisa ser do tipo do antigo profeta, um homem que tem visões de Deus, um homem
que escuta a voz vinda do trono. Quando ele vir, (e eu oro, oh! Deus! Que não haja
apenas um, mas muitos), ele questionará tudo aquilo que nossa civilização considera
precioso. Ele colocará em dúvida, denunciará e protestará em nome de Deus e será alvo
do ódio e da oposição de grande parcela da Cristandade.
-A.W. Tozer








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